Golpe no Marketplace do Facebook: anúncio, conversa e pagamento como provas
Quais provas guardar depois de um golpe no Marketplace do Facebook, em que ordem, e como certificar anúncio, perfil, conversa no Messenger e pagamento antes que sumam.
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Depois de um golpe no Marketplace do Facebook, a TrueScreen certifica o anúncio, o perfil de quem negociou e a conversa no Messenger enquanto estão on-line. Ela adquire o conteúdo na fonte, em ambiente controlado, e a certificação traz selo eletrônico qualificado e carimbo do tempo qualificado, reconhecidos internacionalmente: data e integridade ficam verificáveis por terceiros.
Em resumo
- No Brasil, o estelionato está no art. 171 do Código Penal; o § 2º-A, sobre a fraude eletrônica (redação da Lei 15.397/2026), prevê reclusão de 4 a 8 anos e multa e cita as redes sociais.
- Em Portugal, o Código Penal prevê a burla (art. 217.º) e a burla informática e nas comunicações (art. 221.º); em vários casos o procedimento depende de queixa, que pode ser feita também no portal Queixa Eletrónica.
- No Brasil, o art. 422, § 1º, do CPC prevê que fotografias digitais e extraídas da internet fazem prova das imagens e, se impugnadas, exigem autenticação eletrônica ou perícia.
- A Meta orienta interromper o contato antes de denunciar fraude no Marketplace; se o conteúdo ainda está visível e é seguro, vale certificá-lo antes da denúncia.
- A TrueScreen certifica anúncio, perfil e conversa no Messenger com selo eletrônico qualificado e carimbo do tempo qualificado; não identifica pessoas nem recupera dinheiro.
Um caso possível: um celular bem abaixo do preço, um vendedor atencioso no Messenger, um sinal pago por Pix e, no dia seguinte, o perfil já não existe. O golpe no Marketplace do Facebook costuma deixar só alguns screenshots na galeria, mas o banco e a polícia vão querer ver quem anunciou, o que foi combinado e para onde foi o dinheiro.
Esta análise faz parte do guia: a prova de publicações apagadas no Facebook
Como funcionam os golpes no Marketplace do Facebook
Muitos golpes no Marketplace do Facebook dependem de tirar você do caminho seguro: pagar fora da plataforma, clicar num link enviado na conversa ou confiar num comprovante que ninguém conferiu.
Anúncios falsos, falsos compradores e links de pagamento no Marketplace do Facebook
Quem compra costuma cair no anúncio falso: preço baixo, pressa para fechar, sinal antecipado por Pix e o convite para seguir a conversa no WhatsApp. Depois do pagamento, o vendedor some.
Quem vende enfrenta o falso comprador: ele diz já ter pago e manda um comprovante falso ou um link para “liberar” o valor, que leva a uma página feita para capturar dados do cartão ou do banco. Nesse caso, não envie o produto nem clique no link: confira o recebimento no aplicativo do seu próprio banco.
Estelionato e burla no Marketplace do Facebook: o que dizem as leis
No Brasil, o Código Penal trata do estelionato no art. 171. O § 2º-A, sobre a fraude eletrônica (redação da Lei 15.397/2026), prevê reclusão de 4 a 8 anos e multa e cita expressamente as redes sociais.
Em Portugal, o Código Penal prevê a burla (art. 217.º) e a burla informática e nas comunicações (art. 221.º), e, em vários casos, o procedimento depende de queixa, que pode ser feita também no portal Queixa Eletrónica da GNR e da PSP; em emergências, ligue 112.
Se um caso concreto se encaixa nessas normas, quem avalia são o advogado, a polícia e o juiz. Alguns prazos são curtos: procure orientação cedo. A queixa ou o boletim de ocorrência podem ser registrados mesmo sem provas organizadas, e uma prova verificável os torna mais fáceis de avaliar.
As provas a guardar antes que o vendedor suma
Num golpe no Marketplace do Facebook, se o anúncio e a conversa ainda estão visíveis e você pode agir com segurança, certifique tudo antes de bloquear ou denunciar o perfil, porque depois disso o perfil e o anúncio podem deixar de estar acessíveis.
- Se você já pagou, avise o banco agora.
- Pare de responder ao golpista e não envie mais dinheiro, códigos ou dados pessoais, nem para “liberar” o valor ou “confirmar” o pagamento.
- Certifique o anúncio e o perfil de quem vendeu ou comprou.
- Certifique a conversa no Messenger inteira.
- Guarde comprovantes, extratos e o endereço do link recebido, sem abri-lo.
- Depois, se for seguro, denuncie o anúncio e o perfil à Meta e procure a polícia.
Se as mensagens colocarem você em perigo ou deixarem você esgotado, proteja-se primeiro: o que já guardou continua útil. Não marque encontro pessoal para recuperar o dinheiro ou o produto: se houver risco, fale com a polícia. Não publique as provas nas redes; entregue-as ao advogado ou à polícia.
| Prova | O que deve mostrar | Como adquirir |
|---|---|---|
| Anúncio do Marketplace | Título, preço, fotos, descrição, endereço | Forensic Browser ou Browser Extension; TrueScreen App no celular (Web Browsing Acquisition) |
| Perfil do vendedor ou comprador | Nome, foto, endereço do perfil | Na mesma sessão do anúncio |
| Conversa no Messenger | Conversa completa, perfil, datas e horários | Gravação de tela na TrueScreen App; Forensic Browser na versão web |
| Instruções e link de pagamento | Chave Pix, dados bancários, endereço do link | Na gravação da conversa, sem abrir o link |
| Comprovante e extrato | Valor, data, destinatário | Certificação do arquivo na TrueScreen App ou no Portal (data fixada a partir da certificação) |
O anúncio e o perfil do vendedor no Marketplace do Facebook
O anúncio mostra o que foi oferecido e em que condições; o perfil mostra quem estava do outro lado, ao menos como aparecia no Facebook. Vale adquirir os dois na mesma sessão, com o endereço visível: o nome exibido muda com facilidade, o endereço do perfil não. Como acontece com uma publicação apagada no Facebook, depois da remoção o anúncio não pode mais ser certificado.
A conversa no Messenger
Um screenshot da conversa no Messenger mostra um texto, mas não prova de qual perfil ele veio, quando foi escrito nem se a conversa está completa, e um screenshot pode ser falsificado com facilidade. Por isso, vale certificá-la inteira.
O pagamento combinado pelo Messenger
O pagamento liga a conversa ao prejuízo: a chave Pix, os dados bancários ou o link enviados no Messenger ficam certificados junto com a conversa. Não abra o link: deixe-o para a polícia ou o advogado. O comprovante em PDF e o extrato podem ser certificados como arquivo, com conteúdo e data fixados a partir da certificação, sem provar como nem quando o arquivo foi criado. Se possível, gere um extrato só do período ou da transação e não grave telas do banco com senhas ou tokens à vista. Sobre o Pix, veja também o golpe do Pix em marketplace.
Como a TrueScreen certifica o anúncio e a conversa
A TrueScreen certifica o anúncio do Marketplace do Facebook e a conversa no Messenger enquanto estão on-line, com um método forense patenteado que documenta como cada conteúdo foi adquirido.
Cada certificação traz relatório técnico, selo eletrônico qualificado e carimbo do tempo qualificado. O conteúdo certificado, com hash SHA-256, não pode ser alterado sem que a alteração seja detectável. A TrueScreen atesta como o conteúdo foi adquirido, não que seja verdadeiro nem quem está por trás do perfil; não identifica pessoas nem recupera dinheiro.
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Certifique o anúncio e o perfil no Marketplace do Facebook
No computador, use o Forensic Browser quando a outra parte puder contestar como a página foi adquirida. Se a rapidez pesa mais, a Browser Extension faz o screenshot da página e o arquivo web. No celular, a navegação certificada da App TrueScreen (Web Browsing Acquisition) grava um vídeo contínuo da tela, e uma sessão cobre anúncio e perfil.
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Certifique a conversa no Messenger
No celular, feche outros aplicativos, desative as notificações, inicie a gravação de tela da TrueScreen App e role a conversa no Messenger da primeira à última mensagem. No computador, abra o Messenger web no Forensic Browser e faça o Login dentro da gravação completa, sem mostrar senhas ou códigos.
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Leve as provas do golpe no Marketplace do Facebook ao advogado ou à polícia
As certificações ficam no arquivo do espaço de trabalho, visíveis no Portal, onde você as organiza em pastas. O pacote reúne XML com selo, PDF, JSON e os arquivos originais, e pode ser verificado de forma independente da TrueScreen, por exemplo no verificador público.
Em conclusão
Num golpe no Marketplace do Facebook, o anúncio, o perfil e a conversa no Messenger podem sumir a qualquer momento, enquanto o pagamento deixa rastros sobretudo no banco. Se você pagou, comece pelo banco e não envie mais dinheiro nem abra links recebidos; depois, se ainda for seguro, certifique o que está visível e só então denuncie à Meta e procure a polícia ou apresente queixa. Uma prova certificada não garante o resultado do processo, mas deixa claro como o anúncio, o perfil e a conversa foram adquiridos e quando; comprovantes e extratos, certificados como arquivo, ficam fixados a partir da certificação.
Perguntas frequentes
Devo denunciar o anúncio do Marketplace do Facebook antes ou depois de guardar as provas?
Se o anúncio e a conversa ainda estiverem visíveis e você puder agir com segurança, certifique-os antes com a TrueScreen, porque a denúncia pode levar à remoção. A Central de Ajuda da Meta orienta interromper o contato e denunciar o vendedor (Opções, Denunciar, Fraude), o comprador ou o anúncio. Se houve pagamento, avise o banco na hora.
O screenshot da conversa no Messenger vale como prova?
Pode ser apresentado, mas pode ser impugnado. No Brasil, o art. 422, § 1º, do CPC prevê que fotografias digitais e extraídas da internet fazem prova das imagens e, se impugnadas, exigem autenticação eletrônica ou perícia; se a regra alcança um screenshot de conversa, é questão para o advogado. Na União Europeia, o Regulamento eIDAS prevê a presunção de integridade dos dados ligados a um selo eletrônico qualificado (art. 35.º, n.º 2) e de exatidão da data de um carimbo do tempo qualificado (art. 41.º, n.º 2). A certificação da TrueScreen traz os dois; o peso da prova é avaliado pelo juiz caso a caso.
Dá para provar um golpe no Marketplace do Facebook depois que o anúncio foi apagado?
Depois da remoção, o anúncio não pode mais ser certificado, mas outros elementos continuam úteis: a conversa no Messenger que fala dele, os comprovantes, as notificações. A Meta preserva registros de contas por 90 dias a pedido das autoridades, as únicas que podem pedi-lo. Enquanto o anúncio está no ar, a TrueScreen pode certificá-lo, e a certificação continua verificável depois da remoção.
Fontes e verificação
Cada dado e cada princípio citado remete à sua fonte, indicada aqui com tipo e data. Links verificados na data de publicação.
| Fonte | Tipo | Dados | Para que é citada |
|---|---|---|---|
| Código Penal (Decreto-Lei nº 2.848/1940), art. 171 e § 2º-A | Norma | 1940 | Estelionato e fraude eletrônica no direito brasileiro |
| Código de Processo Civil (Lei nº 13.105/2015), art. 422, § 1º | Norma | 2015 | Valor das fotografias digitais e extraídas da internet e autenticação em caso de impugnação |
| Regulamento (UE) n.º 910/2014 (eIDAS), art. 35.º, n.º 2 | Norma | 2014 | Presunção de integridade dos dados ligados a um selo eletrônico qualificado |
| Regulamento (UE) n.º 910/2014 (eIDAS), art. 41.º, n.º 2 | Norma | 2014 | Presunção de exatidão da data e hora indicadas por um carimbo do tempo qualificado |
| Queixa Eletrónica (GNR e PSP) | Documento | 2026 | Canal português para apresentar queixa por burla |
| Central de Ajuda do Facebook: denunciar fraude no Marketplace | Documento | 2026 | Como denunciar vendedor, comprador ou anúncio e interromper o contato antes |
| Meta: diretrizes para as autoridades | Documento | 2026 | Preservação de registros de contas por 90 dias a pedido das autoridades |
Certifique o anúncio e a conversa antes que sumam
Se o anúncio do Marketplace do Facebook, o perfil e a conversa no Messenger ainda estão visíveis e você pode agir com segurança, adquira-os na fonte com a TrueScreen, com selo eletrônico qualificado e carimbo do tempo qualificado, e entregue ao advogado ou à polícia uma prova verificável.

Redação da TrueScreen
Esta seção é mantida pela redação da TrueScreen, que reúne competências em perícia digital, direito da prova digital e conformidade regulatória. Cada conteúdo é verificado em fontes primárias: textos legais, decisões publicadas, normas técnicas e documentação oficial, sempre citadas no texto.



